As emissoras de rádios, principalmente as do interior de São Paulo, têm sofrido nas mãos da Vivo/Telefônica. O motivo é a falta de profissionais capacitados das concessionárias para prestar um serviço de qualidade as equipes esportivas, que muitas vezes viajam quilômetros de uma cidade na outra e não conseguem transmitir a partida.
No último dia 8, a Rádio Cultura de Araraquara viajou mais de 200 km de Araraquara a Santo André para a transmissão da vitória da Ferroviária, por 5 a 1, diante do Ramalhão, porém não conseguiu entrar no ar.
De acordo com José Roberto Fernandes, diretor de esportes da emissora, a Vivo/Telefônica não completou o circuito que havia sido solicitado com uma semana de antecedência, atendendo as exigências feitas pela prestadora de serviços.
“Chegamos ao estádio "Bruno José Daniel" por volta das 14,00 horas (o jogo seria às 16,00 horas). Havia etiquetas de identificação, mas não falamos. Foram horas de tentativas frustradas, tanto lá no estádio, como na nossa retaguarda técnica em Araraquara. Quando faltavam 25 minutos para acabar o jogo, apareceu um funcionário da Vivo, de nome Marco, que falou em várias ocasiões, via celular com algumas pessoas, mas não conseguiu localizar alguém que pudesse resolver o problema. Desculpou-se e foi embora. Enfim, o jogo acabou, a Ferroviária venceu e não transmitimos nada” acrescentou.
Já terça-feira (18), foi a vez das Rádios Onda Livre e Educadora, ambas de Piracicaba, terem problemas na transmissão. As duas emissoras não conseguiram transmitir parte do jogo pelo fato da Vivo/Telefônica não conseguir detectar o problema na linha de transmissão de Mogi Mirim a Piracicaba. “A Vivo/Telefônica cobra um absurdo pelo serviço, mas deixa a desejar no atendimento, o pior é que não tem outra opção, não tem concorrência”, desabafou o repórter da Rádio Onda Livre, Nando Lopes.
Com informações do Futebol Interior
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No último dia 8, a Rádio Cultura de Araraquara viajou mais de 200 km de Araraquara a Santo André para a transmissão da vitória da Ferroviária, por 5 a 1, diante do Ramalhão, porém não conseguiu entrar no ar.
De acordo com José Roberto Fernandes, diretor de esportes da emissora, a Vivo/Telefônica não completou o circuito que havia sido solicitado com uma semana de antecedência, atendendo as exigências feitas pela prestadora de serviços.
“Chegamos ao estádio "Bruno José Daniel" por volta das 14,00 horas (o jogo seria às 16,00 horas). Havia etiquetas de identificação, mas não falamos. Foram horas de tentativas frustradas, tanto lá no estádio, como na nossa retaguarda técnica em Araraquara. Quando faltavam 25 minutos para acabar o jogo, apareceu um funcionário da Vivo, de nome Marco, que falou em várias ocasiões, via celular com algumas pessoas, mas não conseguiu localizar alguém que pudesse resolver o problema. Desculpou-se e foi embora. Enfim, o jogo acabou, a Ferroviária venceu e não transmitimos nada” acrescentou.
Já terça-feira (18), foi a vez das Rádios Onda Livre e Educadora, ambas de Piracicaba, terem problemas na transmissão. As duas emissoras não conseguiram transmitir parte do jogo pelo fato da Vivo/Telefônica não conseguir detectar o problema na linha de transmissão de Mogi Mirim a Piracicaba. “A Vivo/Telefônica cobra um absurdo pelo serviço, mas deixa a desejar no atendimento, o pior é que não tem outra opção, não tem concorrência”, desabafou o repórter da Rádio Onda Livre, Nando Lopes.
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