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| Carol Barcellos conseguiu falar com a família poucas vezes enquanto esteve no Nepal (Foto: Divulgação) |
“A imagem mais forte para mim foi a do pai que ‘abençoava’ um monte de escombros. A filha dele de quatro anos estava ali embaixo, morta. Nunca vou esquecer”, conta.
Carol cumpriu seu trabalho como jornalista, mas não deixou de se envolver com o que estava acontecendo. Na cena mais marcante da cobertura, veiculada inúmeras vezes pela TV Globo, um novo tremor acontece enquanto ela realiza uma entrevista. Carol mostra todo o seu desespero.
“Foi bem forte. Foi a primeira vez que senti um terremoto. A gente não consegue saber onde está o risco. Porque ele está em todos os lados. Parece que o chão vai abrir… Que o teto vai cair… Que nós vamos cair”.
Além de lidar com o medo, ela ainda enfrentou uma situação de recursos limitados. Faltava energia no país e era constante a preocupação com o racionamento de água e com o risco de contaminação por doenças. Nem o sono era respeitado. Os hotéis proibiram os hóspedes de irem para os quartos porque havia riscos de desabamento. Foi praticamente impossível dormir por quatro noites.
A comunicação com o Brasil também era muito complicada, e Carol conseguiu falar com a família poucas vezes.
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