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| Colunista fala sobre a chegada de novos canais como o EI Max |
Segundo dados publicados na semana que passou no Estadão, os canais esportivos no Brasil movimentaram 387 milhões de dólares em faturamento no ano passado. Na América do Sul, somente no Brasil e no Chile o líder em segmento esportivo são do próprio país. Não é à toa que o mercado internacional está de olho na fatia do bolo. No Brasil temos Globo; Bandeirantes; ABC Disney; Fox e Turner que brigam no momento. Ao observar nossos vizinhos veremos que lá há menos opções nas telas. Aqui está em despedia da TimeOut, porém, não é por fracasso, mas por manobra da operadora com a agência reguladora.
Mas o que pode representar a entrada de novos canais? Há espaço ou o mercado já está saturado? O EI Max não acrescentará muitas coisas, apenas será um reposicionamento de marca por questões contratuais, ou melhor, esvaziar-se-á o Esporte Interativo. Já o beIN Sports, se julgarmos pelos mercados que estão também não é intenção de acrescentar, mas de abocanhar e disputar com a nata. Não gosto das perspectivas apresentadas por ambos, vou na linha que quando maior a oferta melhor, porém, é preciso qualidade e diversidade. De nada adiantará haver vinte opções de canais se todos tiverem a mesma linha editorial. Diante de tudo ainda existe outro lado, as operadoras. Algumas são conhecidas pelas trocas de canais e não pelas adições e endurecimento nas negociações e canais que se autovalorizam. Vide as novelas recentes para inclusão dos canais FOX Sports e o que está por acontecer com o EI Nordeste. Gostaria de ter mais opções, mas será que as teremos?
Albio Melchioretto - colunista do Esporteemidia.com
albio.melchioretto@gmail.com
@amelchioretto


