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| "Essa foi a gota d'água para mim", disse Juninho Pernambucano (Foto: Divulgação) |
De acordo com o UOL Esporte, logo após a fatalidade, cogitou-se a possibilidade de ser realizado um minuto de silêncio na semifinal do Campeonato Carioca entre Vasco e Flamengo.
De acordo com Juninho, o Rubro-Negro não se opôs e o Cruzmaltino teria vetado. "O Eurico proibiu um minuto de silêncio pelo falecimento do meu pai. O que eu posso cobrar quando chega nesse nível? Já chega, essa foi a gota d'água para mim. Meu pai era sócio do Vasco desde 1955, então, antes de qualquer dirigente desse chegar ao clube, o meu pai já estava lá aos domingos jogando sinuca e assistindo ao time jogar. Depois disso, pode fazer comigo ou com qualquer um, mas isso é uma falta de respeito muito grande. Por que meu pai não poderia ter um minuto de silêncio em um jogo em que o adversário tinha concordado? É assim que é o dirigente amador. É uma situação revoltante!", reclamou.
Embora não tenha se furtado de demonstra sua revolta com a situação, Juninho Pernambucano fez questão de reforçar que continua nutrindo carinho pelo clube onde fez história e foi bicampeão brasileiro e campeão da Libertadores.
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