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| Globo já avisou que em 2016 vai pagar R$ 500 milhões pelo PPV (Foto: Divulgação) |
Hoje em dia, os resultados se referem apenas às capitais, mas a proposta é que cidades do interior entrem na lista, influenciando as cotas de 2017, já que a pesquisa de 2015 está pronta e apresentada aos dirigentes.
Segundo o Lancenet!, por Igor Siqueira, outra alteração analisada é na contabilidade dos dados. No modelo atual, se uma casa tem uma assinatura, mas com quatro moradores, leva-se em conta quatro consumidores do PPV. No novo modelo, a ideia é somar somente as assinaturas, independentemente de quantos moradores há em cada casa.
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Para o próximo encontro entre cartolas e emissora, previsto para ocorrer em duas semanas, o “dever de casa” deixado pelas partes foi fazer simulações levando em conta as propostas de divisão feitas por cada clube. A Globo já avisou que em 2016 vai pagar R$ 500 milhões pelo PPV. A reunião foi conduzida pelo novo chefão do esporte, Pedro Garcia, e contou com o futuro aposentado Marcelo Campos Pinto como mero espectador.
Apesar da discussão sobre o pay-per-view, o Flamengo não considera a possibilidade de receber menos do que está previsto em contrato para o próximo triênio. O clube bate o pé e confia no cumprimento do acordo já assinado até 2018. Ainda que haja mudança na pesquisa, que só ocorrerá mediante decisão unânime dos clubes, o Fla crê que isso pode trazer ainda mais receitas, já que conta com torcida significativa no interior do país.
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