![]() |
| Turner tenta fechar contrato com alguns clubes para mostrar o Brasileirão em TV fechada a partir de 2019 (Foto: Reprodução) |
Voltando ao assunto do futebol e de uma proclamada guerra pelos direitos esportivos, ainda é difícil saber onde tudo isso vai parar. O dado novo, em relação ao que já existia, é o aparecimento da Turner, usando externamente como escudo a marca Esporte Interativo. A sua estratégia, é bom que se esclareça, passa ao largo do mercado esportivo propriamente dito.
Com o crescimento do consumo de filmes e séries em plataformas sob demanda, a Turner teme que o TNT, Space, Cartoon e Boomerang - seus "cavalos de batalha" - comecem a perder valor. Hoje, em comparação a todos os outros lugares, é aqui no Brasil que ela ainda tem os melhores resultados com esses canais. E só Deus sabe até quando.
Se valer da importância que o esporte conquistou na TV paga, com seus eventos ao vivo, pode ser a saída que resta para um cenário tão definitivo. Ou o que se entende como suficiente para segurar o valor dos seus ativos. É um filme que já passou por aqui. Passagens que ainda estão na lembrança, quando a DirecTV tentou competir com a Sky, e quando a falecida PSN tentou entrar na América Latina.
Curioso é que os executivos brasileiros não se apresentam mais como Esporte Interativo. Passaram, de uns tempos para cá, a usar a marca Time Warner.
Baixe nosso APP para todos os tablets e smartphones.
Curta nossa página no Facebook.
Siga o Esporteemidia.com no Twitter.

