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| Colunista ver com bons olhos a ideia do SporTV de fazer uma mesa redonda com ex-atletas durante a Olimpíada (Foto: Reprodução) |
Voto com o pessoal que acha a troca positiva. Em alguns esportes, essa mistura é urgente para possibilitar o crescimento, permitir um novo olhar sobre estilo de treinos, competições e dar ao desportista uma possibilidade de melhora que não acontecerá apenas com treinadores do seu país.
A China tem aberto o cofre por treinadores estrangeiros e tentou Bernardinho de todos os jeitos, com o objetivo de transformar seus jovens em potenciais talentos vencedores. No nosso país, o maior exemplo disso é a nossa Ginástica Artística. Durante o período que Oleg Ostapenko esteve aqui treinando nossa Seleção, as ginastas ocuparam lugares de destaques em quase todas as competições.
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| Alipio Jr. - colunista do Esporteemidia.com @alipiojr |
Na época da Copa do Mundo era interessante ver a discussão entre ex-jogadores de países diferentes, apesar da tradução simultânea nem sempre ser ágil e nos deixar mais perdidos que Glória Pires em noite do Oscar, durante alguns debates mais acalorados. Principalmente com as eliminações de suas seleções e a informalidade que foi aumentando com o tempo.
A promessa agora é de que uma discussão em 3 idiomas (português, inglês e espanhol) pode facilitar a vida de tradutor e espectador. Isso tornará o debate melhor, afinal teremos uma Olimpíada única e basta que o mediador saiba conduzir. Discutir a competição em si e menos as intempéries que afetam nossos atletas. E aí já não sei se Rizek seria a escolha mais interessante para o programa, contudo essa é uma discussão para outra coluna.
E você, acha que uma mesa poliglota nas Olimpíadas traz algum benefício na hora de discutir as atuações e os resultados?
Um grande abraço e até a próxima.
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