![]() |
| Colunista comenta a desistência a Band em seguir com a parceria no futebol com a Globo (Foto: Reprodução) |
Mesmo Turner que já esteve envolvido em diversas especulações com a família Saad. Então, amigo leitor, que verdade é apresentada pelos envolvidos e qual verdade é constituída com a soma dos fatos?
Foi uma década de parceria que é findada com uma simples nota. É assim simples?
Não entendo esta crise econômica vivida pelo Brasil. Aliás, há crise? Filas em shopping e nos mercados me dão uma termômeno de consumo e esquizofrenia. Temos uma inflação anual que está oito vezes menor que foi no mês auge da crise do governo Collor. Nosso índice de desemprego, dito alto pela grande mídia, é menor que a maioria dos países da Europa. Se olharmos para o futebol, os clubes (segundo Guilherme Sete e Marcel Rizzo, na Folha de S. Paulo) tiveram um aumento de 19% no faturamento geral, e 28% quando analisada apenas a receita de televisão. Em que universo estes números representam uma crise? Se a não há crise no futebol, como pode haver no canal transmissor?
![]() |
| Albio Melchioretto - colunista do Esporteemidia.com albio.melchioretto@gmail.com @amelchioretto |
A Rede Globo tende a fortificar suas marcas com esta saída, há um grande ganho. O número de jogos ao vivo na televisão aberta nada muda. Continuará com três televisionamentos e uma opção por rodada. Ganhará o assinante de televisão. O SporTV passará a mostrar a rodada da segunda-feira (como ficará o Bem Amigos?). O ganho está na fortificação das marcas SporTV e Premiere que ganharão maior peso ao torcedor que buscará acompanhar seu clube abalado pela ausência de um tradicional exibidor. Ganhará a marca Globosat, como grande vitrine até a temporada de 2018 quando entrará em cena o EI MAXX (da Turner, parceira da Band). Até lá, haverá uma construção de identidade com o espectador que acostumar-se- á com esta janela. Uma marca forte sufoca uma nascida. Posso estar exagerando, mas no universo onde verdades são construídas e fatos recontados sob a ótica de uma máquina, por que não justificar diversos pontos?
Dica cultural da semana:
FOUCAULT, Michel. A coragem da verdade. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2011.
Baixe nosso APP para todos os tablets e smartphones.
Curta nossa página no Facebook.
Siga o Esporteemidia.com no Twitter.


