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| Colunista critica distribuição dos jogos que fez o Leicester, por exemplo, ser campeão inglês pela TV (Foto: Reprodução) |
Não discutimos aqui os méritos dos títulos antecipados. Discutimos aqui a previsibilidade que as respectivas ligas poderiam utilizar para definir seus campeões. Era mesmo inviável as partidas desses times serem no mesmo horário? Claro que não! Mas a TV (quem paga $$) precisa de grade diária. Mesmo assim, era sim possível a negociação para, com certeza atrair mais audiência, mais visibilidade as decisões de seus campeonatos.
Em tempos de muitas (e merecidas) críticas a CBF, vemos que deste mal temos sofrido menos. É claro que existe a imprevisibilidade da tabela, mas nas rodadas finais dos campeonatos brasileiros, existem menores distribuição de horários, e maiores disputas envolvendo rebaixamento ou título, no mesmo horário. Isso está correto.
Há de se surpreender que na Europa a logística é muito mais fácil que nos Brasil, devido a extensão territorial dos países e consequentemente a proximidade das equipes. Isso significa que é possível anunciar dias e horários dos jogos finais com 6 dias antes da rodada acontecer. Ou seja, acabou a rodada no domingo, os times envolvidos em disputas já saberão em que horário jogaram no próximo fim de semana, antes de começar a segunda feira. Simples, sem campeões de sofá.
Campeões no Sofá II
Vale a pena ressaltar que na França, o domínio amplo do PSG deu margem a esta situação. Na sexta feira, o clube parisiense viu o Monaco empatar sua partida, e precisava apenas vencer o lanterna no sábado. Foram lá, venceram e golearam. Mas quem dúvida que já houve festa na sexta?
Menção honrosa!
Palmas para Bundesliga e LFP Espanhola! Nas duas últimas rodadas, os jogos serão no mesmo horário, possibilitando doses de emoção para seus torcedores! E mesmo antes disso, os envolvidos pela taça nesses países vem jogando em horários idênticos (Alemanha), ou no mesmo dia, com horários subsequentes (Espanha).
Sem Galvão por favor!
Como foi ótimo assistir a dois bons jogos de Champions League sem Galvão Bueno. E falo isso, sem pegar no pé do narrador e sim, elogiando seus substitutos. Cléber Machado na terça trouxe a dose exata de emoção para a partida na Alemanha. Além de ser pontual em algumas observações e ACERTAR A PRONUNCIA dos nomes dos jogadores. Na quarta, Luís Roberto mostrou que não precisa ser escandaloso e arrumar emoção onde não tem. Levou o jogo com tranquilidade, sem torcida declarada e mostrando muito entrosamento com o ÓTIMO Juninho Pernambucano. Então fica aqui o pedido do colunista: Final da UCL na Globo? Sem Galvão, por favor!
Semana que vem teremos 100º coluna! O que poderíamos ter? A caixinha é de vocês!
Abraços!!!
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