![]() |
| Imagem aérea do Circuito de Interlagos, palco do GP do Brasil de Fórmula 1 (Foto: Divulgação) |
Desde o ano passado, Ecclestone está insatisfeito com a forma como a TV tem agido com a Fórmula 1 – deixando de transmitir os treinos classificatórios no sábado e até corridas no domingo, em canal aberto. No GP Brasil de 2016, o presidente da FOM e a direção da Globo tiveram uma reunião quente, em que o dirigente cobrou um melhor tratamento para a F1 na grade da emissora. A alegação é que, sem pilotos brasileiros que disputem corridas em condições de vencer, o esporte perdeu atratividade e não gera mais audiência no país.
Domingo, no GP do Canadá, perguntado se o GP do Brasil estava ameaçado, Ecclestone afirmou que sim. Além da importância que a F1 perdeu no país, a crise econômica é outro fator. Ecclestone não acredita que a prefeitura de São Paulo possa cumprir exigências do contrato que ficaram pendentes, como o recapeamento completo da pista. Apesar de o acordo ir até 2020, cláusulas permitem que a FOM rompa o contrato. "Este ano pode ser a última corrida lá", disse Ecclestone, no Canadá.
Baixe nosso APP para todos os tablets e smartphones.
Curta nossa página no Facebook.
Siga o Esporteemidia.com no Twitter.
