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| Ideia da CBF é fechar acordo com interessados até o final de maio (Pedro Martins/Mowa Press) |
Desde janeiro, os cartolas da CBF conversam com executivos de emissoras e agências de marketing interessadas em fazer propostas.
Até dezembro, a Globo tinha a exclusividade na exibição dos amistosos. Com o encerramento do contrato, a entidade está disposta a fechar novas parcerias. A intenção é fatiar os direitos e vendê-los para cada plataforma (TV aberta, fechada e internet).
O valor do pacote segmentado ainda não foi fechado. Em janeiro, a CBF fez o amistoso contra a Colômbia, no Engenhão, como uma degustação ao mercado.
Como a Globo não quis aceitar pagar R$ 6 milhões para exibir a vitória da seleção apenas com atletas que atuam no país, a entidade liberou o sinal na tentativa de conseguir novas ofertas. Dezenas de emissoras no país e no exterior exibiram o confronto. O próprio canal da confederação exibiu a partida pelo Facebook.
Com a possibilidade de fatiar os direitos para várias empresas, a entidade quer arrecadar mais de R$ 6 milhões por jogo.
Já as partidas de competição do Brasil -nas eliminatórias e na Copa de 2018- estão garantidas pela Globo, que tem acordo com a Fifa até o Mundial de 2022, no Qatar.
A negociação para a venda dos direitos de transmissão está sendo lenta. A ideia dos executivos da CBF é fechar negócio com os interessados até o final de maio.
Caso não aconteça, a confederação poderá gerar novamente as imagens dos amistosos na Austrália. A exibição dos jogos pelo seu canal virtual não está descartada.
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