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| Adiantamento foi feito para dar maior fôlego ao caixa em meio à crise financeira que o clube enfrentava (Rubens Chiri / saopaulofc.net) |
Essa é uma das dívidas que mais incomoda a cúpula do clube. Entre outros motivos, em especial, por carregar uma das taxas de juros mais elevadas atualmente.
A operação foi feita em março de 2014. Na ocasião, o São Paulo cedeu a Polo Clubes Fundo de Investimento os direitos creditórios da Globo de R$ 50 milhões e parcelados em 40 vezes, com vencimento em dezembro de 2017.
O adiantamento foi feito para dar maior fôlego ao seu caixa em meio à crise financeira que enfrentava.
A atual gestão chegou a tentar quitá-lo antes do prazo estabelecido, sem sucesso.
"Tentei antecipar a Polo, mas eles não aceitaram. É importante deixar claro: não é a Globo, é a Polo. Queríamos amortizá-lo antes porque o custo deles é alto para mim, mas não concordaram. Pretendíamos pagar toda a dívida e, assim, a garantia que a Globo passa para eles seria liquidada", explicou o diretor financeiro tricolor, Adilson Alves Martins.
"Em 2014, Juvenal adiantou créditos futuros, então, nesse caso, devo, tenho que pagar juros e amortizar. É diferente das luvas de R$ 60 milhões que recebemos (da Globo), foi feita uma renovação contratual e ganhamos o prêmio. Ele é pelo período de 2019 a 2024 e, por isso, hoje registrado no passivo, mas não devemos nada, claro", completou.
Desde o fim de 2015, o São Paulo amortizou mais de R$ 60 milhões em dívidas.
O time tricolor já recebeu, por exemplo, 10 milhões de euros pela venda do meia David Neres ao Ajax: 3.2 milhões de euros foram utilizados na compra de Pratto e parte do restante empregada no pagamento de dívidas com juros mais elevados.
Nos próximos dias, é aguardado o depósito de 1 milhão de euros do Real Madrid pela compra da promessa Augusto Galván, 18 anos.
Com uma 'herança' do passado cada vez menor, o São Paulo fechou o último exercício com superávit de R$ 822 mil.
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