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| Modesto Roma Jr. é presidente do Santos (Reprodução/Youtube) |
Modesto foi enquadrado nos artigos 258 (conduta antidesportiva) e 191, artigo I, por ter feito críticas à arbitragem, o que é vedado pelo Regulamento Geral de Competições. Na denúncia, a procuradoria afirma que o dirigente agiu sem "provas concretas" de que a arbitragem sofreu interferência, fazendo denúncia "infundada" e colocando, dessa forma, a credibilidade do campeonato em dúvida. O processo será julgado na próxima terça-feira, pela Terceira Comissão Disciplinar.
As acusações feitas pelo Santos foram enviadas à CBF por meio de um ofício. Nele, o clube não só afirmou que o repórter havia interferido no andamento da partida, como pediu o descredenciamento do profissional de competições organizadas pela CBF. A constatação de que o clube não possuía imagens claras _ como afirmara _ de que o repórter havia agido dessa forma, vieram à tona depois de Modesto ser questionado pelo jornalista Mauro Cezar Pereira da ESPN.com.br. Em entrevista, o dirigente reconheceu que não havia visto qualquer vídeo que embasasse a denúncia.
Nova versão
Cobrado pelo Tribunal a se manifestar, o Santos encaminhou como prova da tese o depoimento de um torcedor de camarote, que afirma ter visto o repórter passar informação sobre o pênalti a um médico do Flamengo, que por sua vez teria dito ao árbitro. Essa já é uma segunda versão dada pelo clube da Baixada Santista ao ocorrido.
Inicialmente, o clube afirmou, em ofício, que o jornalista havia informado diretamente ao árbitro. Gravação ou vídeo que realmente comprove a interferência ainda não foi apresentada, apesar de o Santos ter alegado isso em ofício enviado à CBF na última quinta. O ofício, em si, não foi alvo da denúncia, uma vez que o clube tem o direito de se manifestar. O que a procuradoria levou em consideração para a denúncia no 191 (desrespeitar o RGC) foi o fato de Modesto ter feito críticas, da forma que fez, em entrevistas de televisão.
Com informações do ESPN.com.br (Gabriela Moreira)
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