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| (Reprodução/SporTV) |
"Até o Galvão, algumas vezes, sofre com essa patrulha. O Daniel Alves, por exemplo, foi pras redes sociais outro dia e falou: ‘pô, tô vendo o jogo na Globo, cadê a energia positiva?’. Eu vi na Globo também, e o Daniel criticou dizendo que faltou energia positiva do Galvão. Pelo amor de Deus, o Galvão é quase um regente de torcida brasileira durante um jogo de Copa do Mundo”, comentou o jornalista.
“Existe uma certa confusão, e nesse período de Copa isso aflora mais, e eu acho interessante debater isso, sobre torcedores cobrando a imprensa brasileira para que torça mais. Eu, por exemplo, não conheço ninguém na imprensa brasileira que leve mais a sério, que torça mais, que sofra mais que o Galvão Bueno”, afirmou o apresentador.
Rizek acrescentou que, em sua opinião, os jornalistas que estão na Rússia também querem que o Brasil ganhe o hexa, mas que o trabalho feito com todas as seleções é de análise.
“Jornalistas fazem jornalismo. É claro que a gente quer que o Brasil ganhe, mas a gente está aqui pra fazer o nosso trabalho, que é um trabalho de análise. Certo ou errado, é de análise. As mesmas pessoas que, muitas vezes, querem que a gente seja mais ufanista, são as pessoas que, quando o Brasil perde, querem sangue. Querem cabeça de jogador. A linha nossa aqui é uma linha de equilíbrio, com todas as seleções”, concluiu o jornalista.
Com informações do UOL Esporte
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Traduzindo : um velho gagá torcedor metido a narrador e comentarista circense.
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