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| (Felipe Oliveira / EC Bahia) |
O ex-presidente Marcelo Sant'Ana, que era o gestor responsável na época da assinatura do contrato, será convocado para prestar esclarecimentos sobre os detalhes desse documento. A reunião ainda não tem data marcada, mas deverá acontecer em agosto.
A divergência nos valores é por conta das luvas: no ano passado, o Esporte Interativo adiantou R$ 40 milhões pelo fechamento do contrato. O Bahia entende que esse valor era por fora do contrato; e fontes ligadas ao clube dizem que, no documento, esse valor é descontado.
O tricolor também quer equiparação aos valores pagos ao Palmeiras. Além dos R$ 40 milhões em luvas, a equipe recebeu um aporte extra de R$ 60 milhões por amistosos internacionais. Outros clubes que fecharam com o EI nos mesmos termos do Bahia também se sentem lesados.
O Bahia vai levar esse caso à câmara de arbitragem da Fundação Getúlio Vargas, para acelerar a solução do impasse e não envolver a justiça diretamente. Os custos são altos: começam em cerca de R$ 140 mil e podem chegar a um rombo de R$ 12 milhões caso o tricolor perca a causa. Esses são valores estimados pelo mercado, podendo variar para mais ou para menos.
O Esporte Interativo não comenta os valores dos contratos com os clubes por conta de cláusula de confidencialidade.
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ResponderExcluirinfelismente vai dar ruim
ResponderExcluirMais já?Não estavam se gabando por ter se livrado do monopólio da glovo que com esporte interativo ia ser diferente que teria tratamento igual com os outros?Acho Tomé quem manda assinar com esse canal ruim agora aguenta
ResponderExcluirDirigentes analfas???
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