Everaldo Marques fará sua quarta transmissão in loco de final de Super Bowl pela ESPN, neste domingo (2), em Nova Jersei, ao lado do tradicional companheiro de bancada, o comentarista Paulo Antunes. E, para este evento, tem um novo “adversário” que tem que superar em sua preparação: o forte frio que faz no local da final, que beira os -15º.
“Nunca passei um frio assim na minha vida. Já havia narrado um Super Bowl em Indianápolis, outros dois na Flórida e um em Nova Orleans. O maior frio que eu havia passado até então foi na África do Sul. Mas pegar -15º, nunca. Eu vim pra cá preocupado com isso e por isso protejo bem minhas vias aéreas e uso cachecol e gorro”, falou ao UOL Esporte.
“No meu primeiro dia aqui acordei com a garganta inflamada. Trouxe até um anti-inflamatório. Mas agora estou bem e não sinto nada. O pior já passou. Mas antes estava difícil. As rajadas de vento entre as avenidas ferram tudo. Você perde até a sensibilidade e fica com a boca anestesiada. Uso até manteiga de cacau. Sem vento, até que é um frio suportável.”
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“Nunca passei um frio assim na minha vida. Já havia narrado um Super Bowl em Indianápolis, outros dois na Flórida e um em Nova Orleans. O maior frio que eu havia passado até então foi na África do Sul. Mas pegar -15º, nunca. Eu vim pra cá preocupado com isso e por isso protejo bem minhas vias aéreas e uso cachecol e gorro”, falou ao UOL Esporte.
“No meu primeiro dia aqui acordei com a garganta inflamada. Trouxe até um anti-inflamatório. Mas agora estou bem e não sinto nada. O pior já passou. Mas antes estava difícil. As rajadas de vento entre as avenidas ferram tudo. Você perde até a sensibilidade e fica com a boca anestesiada. Uso até manteiga de cacau. Sem vento, até que é um frio suportável.”
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