Diretores da TV Globo, detentora dos direitos de transmissão dos principais campeonatos de futebol do país, estão sugerindo que, no momento da renovação do contrato com a TV, os clubes devem exigir que os nomes de suas arenas (naming rights) sejam citados nas transmissões. A informação é do ESPN.com.br, por Camila Mattos.
A ideia foi dada pelo braço da emissora que cuida da compra de direitos de transmissão durante conversa com a WTorre e o Palmeiras, quando tentavam colocar o Allianz Parque como parte obrigatória das falas dos narradores, para as competições disputadas no estádio.
O exemplo dado foi o do Oscar: todos os contratos exigem que o nome da Dolby, detentora dos direitos do teatro onde a cerimônia acontece todos os começos de ano em Los Angeles, nos Estados Unidos, seja falado nas transmissões. Antes era a Kodak, de 2001 até 2012, empresa que ainda é conhecida pelo período que ali ficou.
Por regimento interno, o departamento comercial da Globo nem abre conversa de outra forma. Por exemplo, se a Allianz quisesse pagar algum valor anual para ter seu nome lá, não adiantaria. Sinal que existe um conflito de ideias entre os dois setores, com o braço de compra de direitos mais abertos aos "naming rights", enquanto a área comercial é contra.
A próxima negociação dos direitos de televisão, no entanto, acontece apenas para depois de 2018, ano em que o contrato que está em vigência chega ao fim.
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O exemplo dado foi o do Oscar: todos os contratos exigem que o nome da Dolby, detentora dos direitos do teatro onde a cerimônia acontece todos os começos de ano em Los Angeles, nos Estados Unidos, seja falado nas transmissões. Antes era a Kodak, de 2001 até 2012, empresa que ainda é conhecida pelo período que ali ficou.
Por regimento interno, o departamento comercial da Globo nem abre conversa de outra forma. Por exemplo, se a Allianz quisesse pagar algum valor anual para ter seu nome lá, não adiantaria. Sinal que existe um conflito de ideias entre os dois setores, com o braço de compra de direitos mais abertos aos "naming rights", enquanto a área comercial é contra.
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