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Flávio Saretta diz que BandSports fez transmissão informal de Roland Garros

Flávio Sarreta foi contratado quando o BandSports comprou a exclusividade do Roland Garros (Foto: Reprodução)
"Sou o comentarista número um da emissora [BandSports] e o Oliveira Andrade o primeiro locutor, e acho que demos muito certo. Ele é mais leve, eu o chamo de “mestre”, criamos um carinho, um cuidado pelo outro. Nos corrigimos, sem ego, e justamente com um cara com a experiência que ele tem, é uma honra pra mim. Ele entra na brincadeira, virou meu pai. Fica uma narração mais leve. Um jogo de cinco sets é longo e se você ficar sério demais, fica cansativo. Tento fazer uma coisa mais informal, popular, para atingir também aqueles que gostam muito do esporte, mas não conhecem as regras, os nomes".

As palavras são do ex-tenista e atual comentarista de tênis do BandSports, Flávio Saretta (foto), ao comentar sua participação no torneio de Roland Garros, em entrevista ao Yahoo!, por Juliana Damasceno.

Segundo ele, "toda a imprensa fica concentrada na praça, alugamos um caminhão de transmissão onde fica toda a nossa equipe. E na cabine sobem apenas o narrador e o comentarista. Ela é muito bem localizada, mas é bem apertada. Cansa, mas é muito gostoso", conta.

Saretta mencionou também a forma informal da cobertura do torneio feita pelo BandSports. "A maneira que encontramos de comentar e narrar os jogos é mais informal, fica mais leve, tira um pouco daquele estigma do narrador que só fala em termos técnicos, golpes, efeitos, nomes específicos do tênis. E quem não acompanha não vai entender nada. Já é pesado pra gente, imagine para quem está vendo o jogo. Tirando os momentos mais emocionantes, se você ficar sério o tempo todo, acaba ficando chato. A gente levou uma equipe muito boa para mostrar tudo que envolve o torneio", pontua.

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