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| Investimento na Arena Fonte Nova deve cair de R$ 10 milhões para R$ 3 milhões (Foto: Gety Images) |
O Grupo Petrópolis, dono da marca de cervejas Itaipava, que batiza o nome dos dois estádios, tem conversas já avançadas para mudar o formato dos contratos atuais nos dois locais, segundo apuração da reportagem.
O investimento da empresa é de R$ 10 milhões em cada estádio, em parcerias que começaram nos primeiros meses de 2013, antes da Copa do Mundo, e têm duração de 10 anos - chegariam a R$ 100 milhões cada, portanto. Ambas arenas são administradas por consórcios liderados pela Odebrecht.
A conversa mais adiantada acontece na Bahia. Está praticamente sacramentado que o investimento fixo cairá de R$ 10 milhões para R$ 3 milhões, tendência que deve ser seguida em Pernambuco.
A questão chegou até mesmo para outras arenas, em reuniões que estão acontecendo para tratar diversas outras pautas. O imbróglio foi colocado para puxar o assunto do que talvez seja o maior obstáculo do setor atualmente: a falta de apoio nas transmissões de jogos - a mesma dificuldade tem o Palmeiras, já com a Allianz como parceira, e o Corinthians, que vê esse como um grande entrave para conseguir um patrocinador para seu estádio em Itaquera.
A Globo, dona dos direitos dos principais campeonatos do país, tem como princípio não falar o nome dos patrocinadores dos estádios - algo inegociável. Embora a questão já tenha sido levada diversas vezes para a emissora, não há nenhuma esperança de que a situação mude no curto prazo.
Marcelo Campos Pinto, diretor da Globo Esporte, chegou a sugerir, em conversas com dirigentes, que a solicitação fosse colocada na próxima assinatura de contrato de cotas com a TV, sendo essa a única forma possível de revolucionar o cenário.
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