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| Colunista foca no jeito de transmissão do futebol no Brasil e na Europa (Foto: Reprodução) |
A Lei 9.615/98, também conhecida como Lei Pelé, regulamentadora das atividades esportivas em nosso país, tendo sua redação ampliada pela Lei 12.395/11, concede o repasse de 5% ao Sindicato dos Atletas Profissionais, como consequência do famigerado direito de arena.
A briga da ANAF é por entender que os árbitros de futebol também deveriam ter direito a essa receita, já que o futebol movimenta milhões, a Rede Globo gasta muito dinheiro e estes não ganham nada. A não ser o salário habitual pago pela CBF a cada jogo trabalhado.
Quando a ANAF entra com a ação contra a Rede Globo, na tentativa de impedir que os árbitros sejam focalizados na transmissão, é por saber que não há como fazer isso e tentar forçar o acordo com a Emissora carioca. Poderíamos caminhar nossas conjecturas para o lado da profissionalização dos homens de preto, mas nem eles parecem interessados nisso, então caminhemos n´outra direção.
No Brasil a TV tem uma transmissão que se preocupa com o individual. Exceto estádios mais acanhados em que a câmera parece ficar num ponto fixo (alô Série B!), dificilmente se focaliza todos os jogadores de linha. A emissora do Jardim Botânico não consegue entender o momento de focalizar os 11 jogadores ou quando dar um close na jogada de ataque/ defesa.
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| Transmissão do Campeonato Brasileiro no SporTV (Foto: Reprodução) |
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| Transmissão de jogo da Liga dos Campeões da Europa (Foto: Reprodução) |
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| Transmissão do Campeonato Francês (Foto: Reprodução) |
Abraços e até a próxima.
Alipio Jr. - colunista do Esporteemidia.com
@alipiojr





