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| Clubes negociam novo contrato de TV da Série B (Foto: Reprodução) |
Com previsão de quatro temporadas, de 2018 a 2021, a proposta seria para no mínimo dobrar a cota atual, de R$ 3 milhões, fora a verba para bancar hospedagens, passagens aéreas, arbitragem e antidoping, já presente.
Além disso, há outro ponto importantíssimo na mesa de negociações. Seria uma espécie de “cota especial” para clubes oriundos da Série A à parte daqueles 18 clubes que já têm contratos individuais com a Globo, com repasses anuais entre R$ 27 a R$ 110 milhões.
Os demais times voltam à Segundona na estaca zero nas finanças. A proposta, já apresentada aos executivos, é garantir um aporte mínimo no primeiro ano do retorno à Série B, num valor acima da cota regular.
Simulando a situação a partir dos dados mínimos apurados, em 2018 um clube ganharia pelo menos R$ 6 milhões. Porém, se entre os quatro que descenderem estiver algum time que não tenha feito parte do Clube dos 13, a cota poderia ser até 50% maior (R$ 9 mi). Ao menos esta é a principal cobrança dos clubes, após a análise de consultorias e conversas junto à CBF.
E ainda que a Globo tenha preferência em caso de igualdade nas propostas, o Esporte Interativo, já detentor dos direitos das Séries C e D, do Nordestão e da Copa Verde, também demonstrou interesse na Série B.
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