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| Atlético e Caldense fizeram as finais do Campeonato Mineiro de 2015 (Foto: Bruno Cantini/Divulgação) |
São os casos de Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraná. Os grandes clubes desses Estados criaram a Liga Sul-Minas-Rio, que passará a ser chamada de Primeira Liga, e deixaram de priorizar o Estadual.
“Queira ou não isso afeta. Quando você vai vender uma placa, o anunciante quer saber o que está acontecendo, qual competição será jogada. Causa prejuízo", contou o presidente da Federação Paranaense, Hélio Cury. Ele iniciou as conversas com a Globo, mas essas estão em um momento preliminar.
A Ferj (Federação de Futebol do Rio de Janeiro) não tem negociação com a emissora ainda para 2017. Internamente, é consenso que a debandada da dupla Fla-Flu para a Primeira Liga afetou o cenário econômico do Estadual.
No Rio Grande do Sul, o presidente Francisco Noveletto, ainda não tem negociação de contrato para 2017. Admitiu que, dependendo da vontade de Inter e Grêmio, o modelo do Estadual pode ser revisto para aquela temporada. Minas Gerais também só tem contrato até o próximo ano.
Enquanto isso, no Paulista, os grandes clubes terão cotas acima de R$ 15 milhões, o valor exato será conhecido quando forem definidos todos os critérios de distribuição do dinheiro. E ainda ganharão luvas.
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