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| União do futebol das duas emissoras começou na largada do Paulistão (Foto: Reprodução) |
Ainda segundo o colunista, "o mercado do rádio esportivo se estreitou demais nos últimos anos e os que dele participam, mesmo às custas de algum sacrifício ou contrariedade, devem batalhar pela sua preservação. A concorrência com os outros meios, e os prejuízos que vieram com ela, se acentuou muito nos últimos tempos. Atitudes como a acima descrita só jogam contra. A saída mais recomendável é batalhar pelo que ainda existe".
Ricco finaliza sua análise, dizendo que "pouco restou do que foi conquistado no passado. O que se deseja é ter de volta um rádio atuante, presente, com o seu dinamismo próprio e característico. Resgatar, enfim, um mínimo do que ele já foi. E não mais a acomodação de levar aos ouvintes o que os seus narradores, comentaristas e repórteres assistem na televisão".
Para ele, "o que se deseja é ter de volta a garra de antigas gerações do rádio esportivo e fazer com que aqueles que ainda arregaçam as mangas não continuem como exceções. Aliás, é de se louvar a existência desses poucos, que ao contrário da grande maioria, não fogem dessa luta".
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