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| Ana Thaís Matos é repórter da Rádio Globo (Foto: Reprodução/Acervo pessoal Facebook) |
“Se um repórter homem é amigo de um jogador ou dirigente ou técnico, nas redações esse é repórter é quase sempre visto como ‘influente ou com boas fontes’, mas se uma repórter tem a mesma relação, imediatamente alguns fazem associação à sexualidade. Tudo isso porque ainda reduzem a capacidade feminina à nossa sexualidade. Isso é uma crueldade sem tamanho”, relatou.
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A profissional que cobre o dia-a-dia do Palmeiras ainda contou um fato constrangedor quando um atleta do clube começou a tirar a roupa no Centro de Treinamento para mostrar que estava magro, após ela fazer críticas a sua forma física.
“Achei bizarro, e fiz o cara parar de tirar a roupa na hora. Tenho absoluta certeza que se fosse um homem ele não levantaria a camisa como fez pra mim”, disse.
Uma das militantes da causa feminista, Ana Thaís tem esperanças que o futebol deixará de ser um esporte machista no futuro.
“Eu sempre digo que eu faço parte de uma geração de transição. As meninas vão se inspirar em bons exemplos de profissionais, e assim vão conseguir quebrar os preconceitos existentes. Vai demorar, mas vamos conseguir”, afirmou com otimismo a jornalista.
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