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| Atual contrato dos clubes com a Globo é válido até 2018 (Foto: Reprodução) |
Porém, de acordo com o Diário de Pernambuco, por Cassio Zirpoli, há outro ator em cena. O mesmo de outras disputas nacionais, como o Campeonato Brasileiro, Paulistão, Carioca etc. A onipresente concorrência do Esporte Interativo vem alavancando as cifras, independentemente da escolha dos clubes.
Em São Paulo e no Rio de Janeiro, cujos contratos acabaram em 2016, a proposta do EI fez com que a Globo se mexesse, tendo que aumentar entre 60% e 66% para se manter como emissora oficial em 2017. Ou seja, com esses índices, o torneio local ficaria entre 6,144 mi e 6.374 milhões de reais (projeções abaixo). Em Pernambuco o aumento poderia ser menor proporcionalmente, mas, ainda assim, acima da média. Sobretudo pelo interesse da concorrente, ouvida pela fonte.
Em reserva, o discurso é de “respeitar os contratos”, com alguma manifestação em meados de 2018. Pelo histórico dos clubes, uma mudança efetiva é difícil. Basta ver no Brasileiro, com o Trio de Ferro sondado, mas renovando com a Globo até 2024. Mas a contraproposta deve chegar, nem que seja apenas para a tevê fechada. A última vez foi em 2000, quando a própria Globo adquiriu os direitos junto ao locutor Luciano do Valle, que exibira o torneio, com sucesso, na TV Pernambuco. A negociação, por quatro edições, saiu por R$ 1,92 milhão.
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