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| Carlos Augusto de Barros e Silva é o presidente do clube (Rubens Chiri/saopaulofc.net) |
“O contrato prevê uma parte em luvas e uma em antecipação, dentro do que permite o Profut. Não vamos usar o dinheiro para contratar jogador, só para equacionar nossa dívida”, declarou o dirigente.
O acordo vale para jogos do Brasileirão em TV aberta a partir de 2019 e precisa ser aprovado pelo Conselho Deliberativo em reunião marcada para o próximo dia 13. Parte dos conselheiros criticou Leco por tentar assinar um contrato que ultrapassa sua gestão. Eles queriam que a decisão fosse tomada após a eleição presidencial marcada para abril do próximo ano.
Também havia questionamentos sobre existir antecipação de receitas e se elas se encaixariam nas regras do Profut. A lei caracteriza como má gestão ou ato irregular antecipação de verbas que seriam recebidas por outras administrações. Mas essas operações são permitidas se a quantia antecipada não superar 30% da arrecadação do primeiro ano da gestão seguinte ou se o dinheiro for usado para reduzir o endividamento do clube.
Alguns conselheiros também afirmam que a necessidade de assinar já o contrato significa que a situação financeira do São Paulo não está tão controlada como a diretoria diz. Porém, Leco negou que seja sinal de desespero. “Isso faz parte de nossa estratégia de equacionamento da dívida, de maneira planejada e transparente”, declarou.
O dirigente está se reunindo com conselheiros para esclarecer dúvidas em relação ao contrato.
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