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| Reunião de clubes na sede da CBF (LUCAS FIGUEIREDO/CBF) |
O percentual pago pela Globo na plataforma Internet não corresponde nem a 5% do total arrecadado pelos times nos acordos. A mesma situação se repete com a negociação do campeonato no exterior e também na telefonia móvel.
O ESPN.com.br, por Marcus Alves, fonte desta matéria, teve acesso a tabela que destrincha cada item do contrato (veja abaixo).
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| A receita de TV do Coritiba esmiuçada entre seus diversos itens (Reprodução) |
Uma das maiores reclamações dos clubes gira ao redor da penetração reduzida da Série A no exterior. Diversas medidas foram tomadas, caso da mudança do nome do campeonato fora do país de Brasileirão para Brazilian League por causa da dificuldade na pronúncia da primeira. Ainda assim, o Coxa recebeu apenas R$ 816 mil com a sua venda em 2015.
Uma comissão de clubes foi montada neste ano para mudar esse panorama. Flamengo, Santos, Atlético/PR e Palmeiras fazem parte dela.
A briga entre Globo e Esporte Interativo também estimulou outras novidades, como a possibilidade de parte dos clubes usarem o replay de seus lances na internet e também de negociarem por conta própria a venda das placas de publicidade estáticas. Elas entrarão em vigor a partir de 2019.
Com um movimento cada vez maior de recuo na TV aberta, deve demorar um pouco para que esses produtos despertem a atenção dos clubes após comprometerem a maior deles até 2024.
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