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| Santos x Ponte, a maior audiência do ano no SporTV (Marcos Ribolli/Globoesporte.com) |
Um dos fatores que auxiliaram isso foi o acordo costurado com o FOX Sports no início do ano. Pelo contrato, válido de 2017 a 2021, as emissoras dividem Copa do Brasil, Libertadores e Copa Sul-Americana. Cada uma tem direito a 50% de jogos exclusivos até a fase semifinal.
Contudo, se o acordo ajudou o SporTV, seus efeitos ainda não são sentidos na emissora rival, que não emplacou nenhum jogo no top 10 do ano.
Para Bianca Maksud, diretora de marketing esportes do Grupo Globo, a exclusividade em eventos é um fator a ser considerado na hora de atrair o telespectador. Mas há outros. “A exclusividade é um grande ativo para qualquer conteúdo ao vivo, mas vale lembrar que nem sempre as grandes audiências decorrem apenas da exclusividade”, afirmou Bianca.
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| Fonte: Kantar Ibope |
Bianca lembra circunstâncias recentes em que o canal não teve exclusividade e, mesmo assim, dominou a audiência. “Há muitas situações em que conteúdos não exclusivos garantem a liderança ao SporTV – como aconteceu, por exemplo, nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Ainda podemos destacar os bons resultados nos jogos da seleção brasileira, que são exibidos por vários players. Portanto, é importante ver a exclusividade como um componente de peso para um bom resultado, mas ela é resultado de um projeto mais amplo que envolve esforços em diversas frentes”, afirmou.
Líder em audiência desde 2008, a expectativa do SporTV é que, com o início do Brasileirão, no próximo fim de semana, a oferta de conteúdos exclusivos ajude o canal a consolidar esse domínio na temporada.
“Nossa expectativa é continuar contando as melhores histórias dos melhores conteúdos e jogos, e deixar que o reflexo seja continuar merecendo a audiência do espectador”, afirmou a executiva.
“Nosso foco é a produção de conteúdo esportivo 100% nacional somada à cobertura dos principais eventos internacionais. Atualmente, o canal transmite mais de 5.000 eventos de mais de 30 modalidades ao vivo durante o ano – são cerca de 50 horas semanais de jornalismo esportivo em 24 horas diárias de programação”, contabiliza.
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