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| (Reprodução) |
Cristiano revelou alguns valores: R$ 15 mil apenas para uma cabine para três pessoas no estádio. Para colocar repórter no gramado: R$ 10 mil. Para um repórter estar na zona mista e entrevistar jogadores, mais R$ 5 mil. E para participar da entrevista coletiva, a emissora desembolsará mais R$ 10 mil.
Tudo caminha para que a medida seja implantada no ano que vem. Existem conversas com emissoras de rádio em andamento, entre elas a Itatiaia, de Belo Horizonte.
As informações foram publicadas pelo blog Rádioamantes



Nossa....
ResponderExcluirAonde nós vamos chegar? A tendência é que muitas rádios abram mão da transmissão e o telespectador perca com isso.
ResponderExcluiro radio esportivo com mais essa vai acabar.
ResponderExcluirInfelizmente essa é uma tendência a Conmebol era a única que não cobrava direitos para rádios será uma back muito grande para as rádios mas provavelmente será cobrado por times talvez
ResponderExcluirQuem lembra o GELADÂO poderá voltar na transmissão dos jogos
ResponderExcluirquando o CSA, Fortaleza ou Goias chegraem a libertadores ou sulamericana, não vai ter nenhuma transmissão pelo rádio, as emissoras mal pagam o básico
ResponderExcluirEssa de cobrar de quem divulga e assim faz a grandeza de um jogo...mas com certeza pelo jeito não tem volta
ResponderExcluirA tendência é o tubo correndo solto no rádio. Sinal dos novos tempos!
ResponderExcluirVão fazer igual a Paiquerê de Londrina, abandonar as transmissões in loco nos estádios, e fazer tudo no tubão do estúdio,e na hora das entrevistas, o narrador da casa repete a mesma pergunta do reporter da tv e colocam o aúdio dele respondendo.
ResponderExcluirmentira que o pessoal dessa rádio faz isso, tem que ser muito cara de pau!
ExcluirFazem isso, hoje mesmo tem transmissão do jogo do Palmeiras nesse esquema. Curiosamente, até os jogos do Londrina (fora de casa) depois que subiu para a Série B e passou a ter PPV passaram a não cobrir mais in loco, somente os jogos no Estádio do Café.
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