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Profissão Repórter mostra a saga emocionante de torcedores rumo à final da Libertadores entre Flamengo e Palmeiras

Profissão Repórter sobre final da Libertadores
Foto: Divulgação/Globo

A final da Copa Libertadores entre Flamengo e Palmeiras, conquistada pelo rubro-negro no último sábado, começou muito antes de a bola rolar no Estádio Monumental de Lima. Antes do gol do título, houve estrada, altitude, frio, promessa, tensão e uma viagem épica que movimentou centenas de torcedores dos dois clubes. É essa travessia marcada por emoção, sacrifício e paixão que o Profissão Repórter revela nesta terça-feira, dia 2, em uma edição especial comandada por Caco Barcellos.

Enquanto Flamengo e Palmeiras disputavam a glória continental em campo, longe dali brasileiros enfrentavam seis mil quilômetros e cinco dias de viagem para acompanhar a decisão no Peru. O programa mergulha nas histórias desses torcedores, expõe os bastidores da final e revela o impacto de uma partida que mobilizou o país.

A longa jornada rumo a Lima

Entre os personagens acompanhados pelo programa estão Tuane, flamenguista, e Boni, palmeirense. Os dois embarcaram juntos em uma aventura de ônibus rumo à quarta final entre clubes brasileiros desde que a decisão passou a ser disputada em jogo único.

Quatro dias antes da final, ainda cruzando Rondônia, os passageiros acompanharam pelo celular a rodada decisiva do Brasileirão. O empate do Flamengo com o Atlético-MG e a derrota do Palmeiras para o Grêmio pareciam antecipar o desfecho da grande final, alimentando a ansiedade a cada quilômetro percorrido.

A travessia da Cordilheira dos Andes trouxe os momentos mais difíceis. Tuane relatou exaustão pela altitude e pelas condições da viagem, em um trecho a cerca de 4 mil metros de altitude e com o ônibus sem água. Muitos torcedores enfrentaram dor de cabeça, enjoo e frio intenso. Mas ao chegar a Lima, Boni falou pelo grupo: “Repetiria tudo de novo, independentemente do resultado”.

Bastidores, celebrações e promessas

Em Lima, as equipes do Profissão Repórter se dividiram para acompanhar rubro-negros e palmeirenses. Caco Barcellos e André Neves Sampaio ficaram com os torcedores do Flamengo, registrando um bandeiraço impressionante em Miraflores, que reuniu viajantes de todo o Brasil e até do exterior. Uma das histórias mais emocionantes envolve um pai que percorre o país ao lado do filho cadeirante para seguir o time do coração.

Do lado palmeirense, Boni virou personagem marcante ao aparecer com a barba pintada de verde como promessa para a final. Mesmo com a derrota, afirmou que manteria o visual, em respeito ao compromisso e ao clube.

Emoção antes e depois da bola rolar

No dia da partida, Tuane precisou correr para não perder o início do jogo, enfrentando bloqueios policiais e uma longa caminhada. Nervosa, resumiu o sentimento de milhões de torcedores: “A mão já está ficando gelada, calafrio, nervosismo. Eu só quero sair daqui tetra”.

Quando Danilo marcou o gol que garantiu o tetracampeonato, ela desabou em choro e gritos: “É o dia mais feliz da minha vida. Tetra!”. Já Boni, apesar da frustração, celebrou a era vitoriosa do Palmeiras, lembrando títulos e reconhecendo o momento histórico do clube. E ainda brincou com a convivência nos cinco dias seguintes de volta ao Brasil: “Com flamenguistas vai ser difícil”.

Exibição após novela da Globo

O Profissão Repórter especial sobre a final da Libertadores vai ao ar nesta terça-feira, logo após o último capítulo de Vida de Rodeio. O programa promete uma narrativa intensa, humana e cheia de cores sobre a paixão que move dois dos maiores clubes do país.

A agenda semanal e diária de transmissões esportivas está disponível no site ondeassistir.net.br.

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