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| Bahia e Botafogo em jogo pela Série B (Foto: Gazeta Press) |
Na Segundona, o incômodo, em especial, é com partidas às 21h00 nos fins de semana. "Tenho simpatia muito grande pelo horário das 11h00, no mínimo, a curiosidade de saber qual seria a recepção no sábado nessa hora. Sem dúvida, o sentimento que o Bahia e outros têm é que é mais favorável do que pela noite", afirma o presidente do Bahia, Marcelo Sant'Ana.
Perguntado a respeito antes mesmo da inovação na Série A, o mandatário da CBF, Marco Polo Del Nero, não se mostrou contrário.
Um dos argumentos para tentar convencer a Globo a realizar, ao menos, um teste é que a nova faixa permitiria ao torcedor acompanhar o futebol nacional num horário que, tradicionalmente, conta apenas com ligas estrangeiras na televisão.
"Hoje, a TV fechada parece que tem somente time internacional. Você liga num fim de semana e às 8h tem Russo, às 10h Alemão, ao meio-dia Italiano e nada de futebol brasileiro. Seria uma alternativa para concorrer e, mais do que isso, facilitar o trabalho de venda para o mercado no exterior", prossegue Sant'Ana.
A emissora carioca não tem sido inflexível na conversa com os clubes.
Recentemente, ela aceitou concentrar os jogos em horários mais cedo. Outra cobrança agora é para que as partidas não superem as 21h.
"Meu time entra em campo numa terça-feira, quase dez horas da noite. Isso é impensável, entende? Por que precisa ser essa hora? E você vai lá e o estádio está vazio. Não tem cabimento. Queremos levar essa situação para a Globo também. O futebol carece de muitas mudanças e estamos pensando nisso", diz o presidente do Atlético-GO, Maurício Sampaio.
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