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| Gabriela Moreira durante participação no 'Bate Bola' (Foto: Reprodução/ESPN) |
“Eu sei que o goleiro é o único que pode pegar a bola com a mão. Tem muita gente que não sabe. Principalmente as mulheres”, falou Cassani.
Durante participação no programa 'Bate-Bola', na tarde desta terça-feira, Moreira explicou como abordou o auditor. “Tinham cinco mulheres na plateia: Lara, da Fox, Ana Thaís, da Rádio Globo, Camila Mattoso, do site da ESPN, eu e uma colega da Band. Na hora do julgamento não pude fazer nada, mas assim que acabou eu falei: Meritíssimo doutor, que péssima hora para o senhor fazer esse comentário preconceituoso e machista dessa forma. Ele falou: ‘Mas isso foi piada, minha filha’. Respondi: Mas é na piada que se eterniza o preconceito e o machismo. Você me desculpe e fique tranquilo. Eu jogo futebol segunda, terça e quinta. Inclusive Camilla e Ana Thaís jogam no mesmo time. A gente convida o senhor para ir jogar bola conosco, mas fique tranquilo que o senhor vai poder chutar e fazer gol naquele que é o maior”, rebateu.
A jornalista fez questão de elogiar a postura do presidente do Tribunal, que logo após a fala do colega pediu desculpas. “O presidente do TJD, Mauro Marcelo fez a interferência, uma ressalva em defesa daquela comissão, porque a Dra. Sônia Andreotti Carneiro era uma mulher. Ele (Wlademir Cassani) não acredita nem na capacidade de entendimento de futebol de um de seus pares. Na essência do dr. foi todo o conservadorismo, o machismo, preconceito e o clubismo”, completou Gabriela.
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