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| Centro Internacional de Transmissão está atrasado por impasse entre o governo e a Light (Foto: Bruno Carvalho/ME) |
A divergência acontece por conta do limite de R$ 250 milhões estipulado pelo Governo Federal na aquisição dos geradores. A Light, concessionária responsável pela apresentação das propostas dos fornecedores, no entanto, lida com orçamentos que, no teto, alcançaram R$ 900 milhões.
O atraso é considerado o problema mais crítico da Rio-2016 pelo IBC, já que a construção ainda vai demandar um período de testes para as transmissões. Em nota, a Light informou que "a licitação prossegue e deve ter uma posição sobre a contratação do fornecedor dentro de vinte dias".
"O atraso impacta porque estas estruturas precisam de testes. Ao mesmo tempo, a Light precisa ser eficiente para não ter lucro neutralizado pela Aneel, caso a contratação fique cara demais. E este mercado não tem tanta concorrência. Onde não há concorrência, o preço sobe", comentou o consultor de infraestrutura, Adriano Pires.
O presidente da Autoridade Pública Olímpica (APO), Marcelo Pedroso, se mostrou confiante no adiantamento do caso. "Nós estamos acompanhando o assunto com a mais estrita atenção. Há um processo que está sendo executado. Estamos confiantes de que a solução vai ser encontrada para que a situação seja resolvida no prazo necessário".
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