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| A ideia é criar uma identidade visual e disseminá-la não só no mercado interno, mas também nos países em que o sinal chega (Reprodução) |
Com isso, seria possível criar uma identidade visual e disseminá-la não só no mercado interno, mas também nos países em que o sinal chega. “Estamos falando com as emissoras para fazermos um trabalho de branding. É o que enxergamos para o futuro”, disse o diretor de competições Manoel Flores.
No seminário de operações das Séries A e B, a CBF ressaltou que o STJD terá mais uma ferramenta para analisar os fatos das partidas. O relatório do delegado do jogo passará a ser público, como previsto no regulamento geral de competições. “Existem fatores extracampo que são impossíveis de serem relacionados pelo árbitro”, comentou Manoel.
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